sábado, outubro 20, 2007

Sra. Cegonha querida...

Depois do dia de ontem ter sido uma maravilha (ironia), aquele ser que dizem ser minha irmã despachou os miúdos para casa da traça da amiga, a quem eu chamo de “Fáputa” (vai-se lá saber porquê…), e foi para casa do “marido” ver o catálogo da Sra. Cegonha. Finalmente tive a casa só para mim e até a meio da tarde de hoje pude ter paz na minha vidinha… Fui às compras, à lavandaria e vi TV sem ninguém a buzinar-me nos abanos para mudar de canal.
Acabou de chegar a casa com um sorriso de orelha a orelha e até falou comigo, mas eu preferi continuar a pensar que estava sozinha e ignorei o inimigo.
Há umas semanas ela disse ao mais novo que para o ano lhe dava um “mano”, e eu pensei: ah, ok, ainda tenho uns meses para procurar refúgio noutro lado senão já sei qual será o meu destino, até que para mal dos meus pecados ela decidiu na semana passada comprar testes de gravidez e dizer-me: é para oferecer a elas (as amigas) … Sim, não haja dúvidas quanto a isso, é o mesmo que dizer que ela ganhou juízo! Por isso, se alguém estiver interessado em partilhar renda comigo não hesite em contactar-me :P

sexta-feira, outubro 19, 2007

Campo de Batalha... Não tem outro nome!

Ok, eu já sabia que morar com aquele ser que dizem ser minha irmã seria a maior loucura que eu poderia cometer em toda a minha vida, mas aqui estou eu e a tentar sobreviver aos “ataques” da versão feminina do Bin Ladden…
Aqui tive a oportunidade de confirmar a minha teoria de que morar no Júlio de Matos ou no Miguel Bombarda seria de facto verificado e comprovado o mais apropriado, mas em vez disso enfiei-me aqui com a desculpa de que “precisava de um tempo para pensar na vida e esquecer tudo em Portugal”, ora pois, está claro que não está a resultar e como tal passo os dias com uma azia monumental e a pensar no feliz dia em que eu me vou “por a andar daqui”.
Hoje, aquele ser que dizem ser minha irmã (até que provem o contrario eu vou continuar a referir-me a ela deste modo, ai Jesus, não podia ser pior…) acordou com o espírito fresco e fofo de “sai-me-da-frente-ou-eu-no-mínimo-enfio-te-um-balázio-nos-cornos”… É um verdadeiro salve-se quem poder. Não há nada mais inspirador para um serial killer do que ver a minha irmã nestes dias (oh my gosh, eu disse minha irmã).
Com apenas um mês cá e já noto algumas diferenças, tais como o estar completamente viciada em café, saber a programação quase toda de cor e salteado da Sky, o sofá virou o meu spot preferido e em último mas sem dúvida o mais importante: o meu vicio pelos cotonetes está extinto, ou quase…


Aviso: Se por algum motivo eu deixar de escrever isto por favor, contactem a ala psiquiátrica de um dos hospitais que referi à pouco.