sexta-feira, outubro 19, 2007

Campo de Batalha... Não tem outro nome!

Ok, eu já sabia que morar com aquele ser que dizem ser minha irmã seria a maior loucura que eu poderia cometer em toda a minha vida, mas aqui estou eu e a tentar sobreviver aos “ataques” da versão feminina do Bin Ladden…
Aqui tive a oportunidade de confirmar a minha teoria de que morar no Júlio de Matos ou no Miguel Bombarda seria de facto verificado e comprovado o mais apropriado, mas em vez disso enfiei-me aqui com a desculpa de que “precisava de um tempo para pensar na vida e esquecer tudo em Portugal”, ora pois, está claro que não está a resultar e como tal passo os dias com uma azia monumental e a pensar no feliz dia em que eu me vou “por a andar daqui”.
Hoje, aquele ser que dizem ser minha irmã (até que provem o contrario eu vou continuar a referir-me a ela deste modo, ai Jesus, não podia ser pior…) acordou com o espírito fresco e fofo de “sai-me-da-frente-ou-eu-no-mínimo-enfio-te-um-balázio-nos-cornos”… É um verdadeiro salve-se quem poder. Não há nada mais inspirador para um serial killer do que ver a minha irmã nestes dias (oh my gosh, eu disse minha irmã).
Com apenas um mês cá e já noto algumas diferenças, tais como o estar completamente viciada em café, saber a programação quase toda de cor e salteado da Sky, o sofá virou o meu spot preferido e em último mas sem dúvida o mais importante: o meu vicio pelos cotonetes está extinto, ou quase…


Aviso: Se por algum motivo eu deixar de escrever isto por favor, contactem a ala psiquiátrica de um dos hospitais que referi à pouco.

Sem comentários: