Depois do dia de ontem ter sido uma maravilha (ironia), aquele ser que dizem ser minha irmã despachou os miúdos para casa da traça da amiga, a quem eu chamo de “Fáputa” (vai-se lá saber porquê…), e foi para casa do “marido” ver o catálogo da Sra. Cegonha. Finalmente tive a casa só para mim e até a meio da tarde de hoje pude ter paz na minha vidinha… Fui às compras, à lavandaria e vi TV sem ninguém a buzinar-me nos abanos para mudar de canal.
Acabou de chegar a casa com um sorriso de orelha a orelha e até falou comigo, mas eu preferi continuar a pensar que estava sozinha e ignorei o inimigo.
Há umas semanas ela disse ao mais novo que para o ano lhe dava um “mano”, e eu pensei: ah, ok, ainda tenho uns meses para procurar refúgio noutro lado senão já sei qual será o meu destino, até que para mal dos meus pecados ela decidiu na semana passada comprar testes de gravidez e dizer-me: é para oferecer a elas (as amigas) … Sim, não haja dúvidas quanto a isso, é o mesmo que dizer que ela ganhou juízo! Por isso, se alguém estiver interessado em partilhar renda comigo não hesite em contactar-me :P
sábado, outubro 20, 2007
sexta-feira, outubro 19, 2007
Campo de Batalha... Não tem outro nome!
Ok, eu já sabia que morar com aquele ser que dizem ser minha irmã seria a maior loucura que eu poderia cometer em toda a minha vida, mas aqui estou eu e a tentar sobreviver aos “ataques” da versão feminina do Bin Ladden…
Aqui tive a oportunidade de confirmar a minha teoria de que morar no Júlio de Matos ou no Miguel Bombarda seria de facto verificado e comprovado o mais apropriado, mas em vez disso enfiei-me aqui com a desculpa de que “precisava de um tempo para pensar na vida e esquecer tudo em Portugal”, ora pois, está claro que não está a resultar e como tal passo os dias com uma azia monumental e a pensar no feliz dia em que eu me vou “por a andar daqui”.
Hoje, aquele ser que dizem ser minha irmã (até que provem o contrario eu vou continuar a referir-me a ela deste modo, ai Jesus, não podia ser pior…) acordou com o espírito fresco e fofo de “sai-me-da-frente-ou-eu-no-mínimo-enfio-te-um-balázio-nos-cornos”… É um verdadeiro salve-se quem poder. Não há nada mais inspirador para um serial killer do que ver a minha irmã nestes dias (oh my gosh, eu disse minha irmã).
Com apenas um mês cá e já noto algumas diferenças, tais como o estar completamente viciada em café, saber a programação quase toda de cor e salteado da Sky, o sofá virou o meu spot preferido e em último mas sem dúvida o mais importante: o meu vicio pelos cotonetes está extinto, ou quase…
Aviso: Se por algum motivo eu deixar de escrever isto por favor, contactem a ala psiquiátrica de um dos hospitais que referi à pouco.
Aqui tive a oportunidade de confirmar a minha teoria de que morar no Júlio de Matos ou no Miguel Bombarda seria de facto verificado e comprovado o mais apropriado, mas em vez disso enfiei-me aqui com a desculpa de que “precisava de um tempo para pensar na vida e esquecer tudo em Portugal”, ora pois, está claro que não está a resultar e como tal passo os dias com uma azia monumental e a pensar no feliz dia em que eu me vou “por a andar daqui”.
Hoje, aquele ser que dizem ser minha irmã (até que provem o contrario eu vou continuar a referir-me a ela deste modo, ai Jesus, não podia ser pior…) acordou com o espírito fresco e fofo de “sai-me-da-frente-ou-eu-no-mínimo-enfio-te-um-balázio-nos-cornos”… É um verdadeiro salve-se quem poder. Não há nada mais inspirador para um serial killer do que ver a minha irmã nestes dias (oh my gosh, eu disse minha irmã).
Com apenas um mês cá e já noto algumas diferenças, tais como o estar completamente viciada em café, saber a programação quase toda de cor e salteado da Sky, o sofá virou o meu spot preferido e em último mas sem dúvida o mais importante: o meu vicio pelos cotonetes está extinto, ou quase…
Aviso: Se por algum motivo eu deixar de escrever isto por favor, contactem a ala psiquiátrica de um dos hospitais que referi à pouco.
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